quinta-feira, outubro 18

Lar, doce lar!




Ando tão caseira... É a conseqüência de se morar sozinha.. Pela primeira vez reconheço a existência de um “lar”.

Para mim, a palavra significa um porto seguro, um lugar cultivado por nós, um reduto para a reflexão, o descanso, a leitura concentrada, o filme... Um espaço onde posso cozinhar e fazer bagunça à vontade, mas um local que prezo tanto a ponto de querer mantê-lo arrumado... A MINHA casa. Nela, encontro paz e uma “tomada” na qual posso ligar o meu recarregador de energias...

Não posso esquecer dos meus dois filhos queridos que fazem miau...

Isso definitivamente não tem preço. Mesmo que eu não goste nem um pouco de ter que separar roupas por cor para lavá-las na máquina... (risos)

No meu lar, só entra quem eu quero, na hora que eu quero. Delícia de controle e de autoritarismo...

Já me peguei me perguntando se minha vida social não anda muito parada... Mas toda vez que me questiono sobre isso, me respondo também que sempre fui de sair muito porque não tinha justamente o meu porto seguro. A segurança era estar rodeada de pessoas. Agora, não preciso mais. Estou recuperando o tempo perdido!

Um comentário:

Renata disse...

Oi,

Vi o teu comentário no blog da Lunne. Eu sei que não nos vemos há uns quantos anos, mas eu tb adoro cozinhar! Agora que vou acabar (finalmente) o mestrado, vou voltar a passar hoooooras na cozinha. Por enquanto, as receitas são as mais básicas (mas mesmo assim muito gostosas!).

beijos!